Um Curso em Milagres namoro

Namoro de crente é namoro santo, não namoro em “braille” em que as mãos rolam soltas ou namoro “pentecostal”, onde rola línguas estranhas e imposição de mãos… Pode não ser fácil, mas em Jesus você pode resolver cada um desses pontos e ser uma pessoa cheia de Sua presença. Você terá sim um casamento maravilhoso. Um curso de milagres – EB Por Prof. Felipe Aquino • 17 de novembro de 2010 Perguntas e Respostas Em síntese: Um Curso em Milagres são palestras e livros que utilizam linguagem cristã, atribuindo-lhe significado totalmente alheio ao sentido clássico das palavras. Scribd es el sitio social de lectura y editoriales más grande del mundo. - UM CURSO EM MILAGRES. 6 PARTE I. UM SUSSURO EM SEU SONHO. 7 1 - Arten e Pursah Aparecem. (21/12/1992) A comunicação não está limitada ao pequeno escopo dos canais que o mundo reconhece. (UCEM – MP – pág. 64) Um Curso em Milagres, diz ele, não ouvir as palavras como tal. Ele só vê o seu filho amado em quem Ele se agrada. A resposta de Deus (de dentro de você) sempre será o amor. Não só é uma mente que é a mente de Deus, aquele em que o juízo está sintonizado. O Scribd é o maior site social de leitura e publicação do mundo. Um Curso em Milagres (livro) ensina que o caminho para a paz e amor universal é atingido por meio do perdão e do desfazer da culpa, concentrando-se na cura dos relacionamentos. O texto explica a base do medo e da culpa, e como eles podem ser superados através de milagres, definidos como a mudança da percepção do medo para amor.

Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

2020.07.27 05:07 sim_meu_nome_e_Leite Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

Oi Luba, gatas, editores, gatas, restos mortais de papelões, Pekeanu Reeves, gatas e turma que está a lever. A história é meio longa, então peço que tenham um pouco de paciência, se possível.
Eu sou bissexual (21, menina). Tirando meu irmão mais novo (19) e minha mãe (51), ninguém mais na minha família (eu acho) sabe. Eu sempre fui bem tranquila sobre minha sexualidade e nunca fiz nada demais a respeito da minha família para fazer que eles saibam, pelo menos até meu primeiro relacionamento sério. Eu tinha 19 anos na época e ela era bem mais velha (25 anos no começo, mais ou menos 7 anos de diferença), nos conhecemos na universidade: Ana (não é o nome dela, mas é o que vou usar) era aluna do curso de mestrado e eu uma bolsista do mesmo grupo de pesquisa da área dela, então eu meio que era responsável por montar os experimentos, auxiliar na instrumentação, produzir alguns artigos, etc... Eu acabei indicada para auxiliar a tese dela e meio que rolou no laboratório mesmo (outra história). Começamos a sair.
Namoramos por 1 ano e 3 meses. Por volta do quarto mês de namoro, eu "saí do armário" porque eu não achava que seria uma grande coisa. Foi meio complicado, meu irmão teve uma reação do tipo "EU SABIA" e minha mãe, bem, ela surtou. Ela exigiu que eu terminasse e parasse com toda a coisa de "sapatona", que tudo era culpa do Dani (meu melhor amigo, aliás ele é abertamente gay) que ele me """contaminou"""" e por aí vai.
Nunca fui 100% próxima dos meus pais, eles eram muito controladores e um tanto entitulados, especialmente comigo e minha irmã mais velha. Saí de casa aos 16 e moro sozinha desde então, pago minhas próprias contas, tenho meu próprio emprego, faço a federal do meu estado e basicamente eles não tem muito haver com a minha vida. Só mantinha contato por causa do meu irmão mais novo, que francamente é meu maior orgulho. No caso dos meus tios, primos e primas, se eu visse eles mais de duas vezes ao ano seria um milagre.
Demorou mais de dois meses para ela voltar a falar comigo e permitir que eu visse o Davi (meu irmão). Ela disse que iria ignorar tudo aquilo com três condições: Não influenciar o Davi, não contar ao restante da família (especialmente meu pai) e levar somente meus "relacionamentos de verdade" para casa (traduzindo, eu só poderia trazer para casa meus namoros heterossexuais e pelas proprias palavras dela: "deixar a put**** fora de casa"). Do contrario, ela nunca mais iria permitir que eu visse meu irmão.
Sinceramente, eu não me importei. Davi e Dani era minha única família de verdade e eles me apoiavam, então estava bem feliz apesar da situação tensa. Sem contar que ele tinha 17, logo faria 18 e já planejávamos que ele se muda-se para minha casa. Expliquei a situação para minha namorada e, surpreendentemente para mim, ela ficou livida (p***) por eu me submeter a esse tipo de merda.
Nós discutimos MUITO. Levou cerca de uma semana para voltarmos. Basicamente, ela achava melhor eu confrontar a situação toda. Eu achava injusto passar por toda aquela dor de cabeça, se eu poderia esperar alguns meses para meu irmão completar 18 e vir morar comigo e então mandar meus pais para aquele lugar. Ainda por cima ela mesma também não era assumida e estava exigindo que eu fizesse basicamente a mesma coisa que ela se recusa a fazer á anos. E eu dizia isso para ela, Ana só dizia que "é diferente" e "para você é mais fácil", por aí vai.
Eu não queria arrancar ninguém do armário. Não precisa ir muito longe na internet para ver os relatos desse tipo de processo que pode ser bem complicado. Eu não exigia que ela me assumisse ou algo do tipo, então na minha cabeça pelo menos, já que eu não exijo isso não teria porquê ela exigir de mim.
Ela insistia que era diferente, que a família dela era mais complicada que a minha (a família dela era beeeem religiosa, já a minha era só conservadora mesmo) que eu não ligava para meus pais e que era fácil.
Mesmo que eu não ligue sobre o que eles diriam sobre minha sexualidade, não é como se tudo que eles dissessem sobre mim não me afetasse. Além disso, toda a confusão seria incrivelmente tensa para o meu irmão, por mais que eu não seja fã dos meus pais, ele os ama e colocar um garoto de 17 anos em uma situação em que ele teria que "escolher um lado" entre parentes que ele ama não é exatamente o conceito de saudável.
Enfim, apesar de toda confusão, botamos uma pedra no assunto e o encerramos. Mesmo assim o clima ainda era estranho e a bolha estourou no natal do ano passado.
Eu mandei algumas mensagens privadas para ela, já que cada uma ficou com sua família no Natal. O pai dela leu as mensagens. Obviamente, as coisas não foram nada boas. Recebi uns áudios bem assustadores dele. Ele é um PM aposentado então eu me caguei um pouco, confesso. Alguns dias depois na véspera do ano novo, nós terminamos.
Meu irmão e eu moramos juntos hoje em dia (atualmente ele têm 19). Por volta de março desse ano um cara se moveu para o apê da frente, com a quarentena passamos a nos esbarrar bastante e começamos a namorar, o namoro vai muito bem aliás.
De alguma forma, minha ex soube e me mandou algumas mensagens (já fazem mais de 7 fucking meses que terminamos). Ela disse muita coisa, a maioria eram um monte bosta, mas uma coisa que ela disse ficou na minha cabeça: Se você tivesse insistido mais com seus pais nós ainda estaríamos juntas.
Bem, isso está na minha cabeça já faz uns dias e eu realmente não sei o que pensar. Meu irmão concorda em parte com ela, e que eu realmente deveria ter insistido mais naquela época e dado uma chance para ver a reação de todo mundo, ao invés de excluir todos de uma vez com exceção dele, mas o que foi, já foi e que eu deveria focar nas coisas de agora.
Bem, eu não tenho quase nenhum contato com meus pais hoje em dia. Não sei qual foi a primeira reação do meu pai e do resto da família, mal sei direito se eles tem alguma ideia. Da feita que o Davi completou 18 fizemos a mudança e não me preocupei em manter contato, disse para minha que ela poderia contar ou não, até agora me parece que ela escolheu não contar. Ele ainda ver nossos pais obviamente
Eu sou uma babaca?
📷ResponderEncaminhar
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2019.12.16 01:10 LCamperoSF2D O que fazer quando se parece estar no fundo do poço?

Olá gente, sou novo aqui no reddit, quero aproveitar esse espaço pra desabafar o seguinte: tenho 26 anos, sempre fui extremamente tímido, principalmente a partir da adolescência, e também nunca namorei (tive uma única oportunidade de namoro antes mesmo de virar adolescente, quando minha timidez era mais mediana, só não o fiz porque via que a garota que me queria era uma tranqueira, depois disso nunca mais tive uma chance dessa por causa da timidez). Conforme fui crescendo a minha situação foi piorando, já fui em psicólogas pra tentar resolver isso mas sinto que não resolveu nada, e essa minha insegurança acabou sendo transferida pro campo profissional, já rodei em dois empregos devido à minha falta de desenvoltura. Sinto que existe uma cobrança muito forte em cima de mim, ainda que de uma maneira velada, principalmente sendo filho único, e neto único pela parte materna, e sinto não estar correspondendo nem um pouco, o que me deixa ainda mais aflito. Do jeito que anda minha situação, acho que tô fadado a ficar sozinho pelo resto da vida. Ultimamente também ando meio isolado, sem amigos, inclusive parei de frequentar a igreja em que eu ia, de onde era boa parte dos meus amigos, porque sentia que eu não tava recebendo nenhum retorno efetivo, ainda mais depois da minha última demissão. Acabei de fazer um curso profissionalizante pra tentar dar uma melhorada na minha situação. Mas pra isso mudar, acho que só um grande milagre mesmo, porque por mais que eu me esforce, pouca coisa parece mudar de fato, e eu não enxergo uma real solução pra isso a curto e médio prazo, não sei mais o que fazer. Me sinto cada dia mais envergonhado e humilhado pela minha situação (talvez por culpa minha), já tive pensamentos horríveis em mente, o que fazer pra mudar?
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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